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Quanto custa ficar 1 hora sem energia na sua empresa?

Quanto custa ficar 1 hora sem energia na sua empresa?

Uma hora parece pouco, até você descobrir quanto ela custa quando sua empresa está parada.

Sem energia, máquinas deixam de produzir. Sistemas ficam indisponíveis. Equipes aguardam. Câmaras frias começam a perder temperatura. Atendimentos podem ser interrompidos. Pedidos atrasam.

E o relógio continua correndo, por isso, talvez a pergunta mais importante antes de avaliar a compra ou locação de um gerador não seja:

“Quanto custa um gerador de energia?”

Mas: “Quanto custa uma hora da minha empresa sem energia?”

Para indústrias, centros logísticos, hospitais, supermercados, hotéis, obras e outros negócios no Espírito Santo, descobrir esse número pode mudar completamente a forma de enxergar a segurança energética.

O prejuízo de uma queda de energia vai além das vendas perdidas, um erro comum é calcular o impacto de uma interrupção considerando apenas o faturamento que deixou de entrar naquele período, o custo real pode ser muito maior.

Uma paralisação pode envolver:

  • Produção interrompida;
  • Funcionários ociosos;
  • Pedidos atrasados;
  • Perda de produtos perecíveis;
  • Matéria-prima comprometida;
  • Sistemas e servidores indisponíveis;
  • Equipamentos que precisam ser reiniciados;
  • Horas extras para recuperar a produção;
  • Atrasos em entregas;
  • Multas ou impactos contratuais;
  • Clientes insatisfeitos;
  • Perda de produtividade após o retorno da energia;

Isso significa que uma hora sem eletricidade nem sempre representa apenas uma hora de prejuízo, a energia pode voltar em uma hora. Sua operação pode levar muito mais tempo para voltar ao normal.

Como calcular quanto custa uma hora da sua empresa parada?

Não existe um valor único, uma pequena loja e uma grande indústria possuem impactos completamente diferentes, mas é possível começar uma estimativa considerando alguns fatores.

1. Quanto sua empresa fatura por hora? – Se a operação funciona 220 horas por mês, por exemplo, uma primeira referência pode
ser:

Faturamento mensal ÷ horas operacionais mensais = faturamento médio por hora, uma empresa que movimenta R$ 1 milhão por mês em 220 horas de operação teria um faturamento médio equivalente a aproximadamente R$ 4.545 por hora.

Isso não significa automaticamente R$ 4.545 de prejuízo em uma interrupção faturamento não é lucro e parte das vendas pode ser recuperada posteriormente, mas já oferece uma dimensão da atividade econômica exposta.

2. Quanto custa manter sua equipe parada? – Salários e encargos continuam existindo mesmo quando a produção para, imagine dezenas de colaboradores aguardando o restabelecimento da energia, quanto maior a
estrutura, maior pode ser esse impacto.

3. Existe produção que será perdida? – Para determinadas indústrias, interromper uma máquina no meio de um processo pode significar perder material, produto ou lote, nesse caso, inclua na conta: matéria-prima +
produto em processo + descarte + retrabalho + nova produção.

4. Existem produtos que dependem de refrigeração? – Supermercados, restaurantes, hotéis, centros de distribuição, hospitais, laboratórios e empresas alimentícias possuem outro risco, refrigeração depende de energia.

Quanto vale o estoque protegido pelas câmaras frias da empresa?

Essa pergunta pode ser muito mais importante do que o valor da conta mensal de
eletricidade.

5. Quanto custa recuperar a operação? – Quando a energia retorna, nem sempre basta apertar um botão.

Pode ser necessário:

  • Reiniciar máquinas;
  • Reconfigurar sistemas;
  • Realizar inspeções;
  • Reorganizar a produção;
  • Refazer processos;
  • Trabalhar horas extras;
  • Reprogramar entregas;

Por isso, ao calcular o custo de uma interrupção, considere também o período de recuperação.

Uma fórmula simples para começar: Uma estimativa gerencial pode partir de custo da interrupção = margem ou resultado operacional perdido + custo da equipe ociosa + perdas de materiais/produtos + recuperação da operação + impactos adicionais, o cálculo precisa ser adaptado à realidade de cada negócio, o mais importante é parar de tratar uma interrupção elétrica como um problema abstrato, transforme o risco em números.

O impacto muda conforme o segmento:

Indústrias: Uma queda de energia pode interromper linhas produtivas, motores, compressores, sistemas automatizados e equipamentos industriais, em polos empresariais e industriais da Serra, Cariacica e outras regiões do Espírito Santo, alguns minutos de interrupção podem afetar uma cadeia inteira de produção.

Empresas de logística: Sem energia, sistemas, portões, esteiras, equipamentos, iluminação e operações de expedição podem ser prejudicados, na Grande Vitória, onde logística e atividades portuárias possuem grande relevância econômica, continuidade operacional é uma questão estratégica.

Supermercados e setor alimentício: Refrigeração, congelamento, iluminação, caixas e sistemas de pagamento dependem de eletricidade, a perda potencial não está apenas nas vendas interrompidas, mas também no estoque.

Hospitais e clínicas: Aqui, a discussão ultrapassa produtividade, diversos equipamentos e sistemas essenciais dependem de fornecimento contínuo e de sistemas adequados de emergência.

Hotéis e condomínios: Elevadores, bombas, iluminação, portões, sistemas eletrônicos e determinados serviços podem ser afetados.

Construção civil: Uma interrupção pode deixar equipamentos, ferramentas e equipes aguardando, comprometendo produtividade e cronograma, agora compare o prejuízo com o investimento em prevenção.

Depois de estimar quanto custa uma hora parada, uma segunda pergunta começa a fazer
sentido:

Quanto custa proteger minha operação? – É aqui que a compra ou a locação de um gerador de energia no Espírito Santo deixa de ser analisada apenas como despesa, ela passa a ser comparada com o risco financeiro da indisponibilidade, se uma interrupção potencialmente representa milhares de reais em perdas, prevenir esse cenário pode ser uma decisão de continuidade operacional.

Comprar ou alugar um gerador? – A resposta depende da frequência e da característica da necessidade, a compra de geradores no Espírito Santo pode fazer sentido para empresas que necessitam de uma estrutura permanente de geração de emergência ou geração própria.

Já a locação de geradores na Grande Vitória pode atender operações temporárias, obras, eventos, contingências, manutenções programadas ou outras necessidades específicas, o importante é dimensionar corretamente a solução, um grupo gerador precisa ser especificado considerando cargas, potência, regime de utilização, autonomia, instalação e características da operação.

Sua empresa está preparada para a próxima interrupção? – Vitória, Vila Velha, Serra, Cariacica e Viana concentram empresas com perfis muito diferentes, Mas existe algo que praticamente todas possuem em comum:

Dependência de energia elétrica: E quanto maior essa dependência, maior a
importância de conhecer o risco financeiro de uma paralisação.

Faça a conta:

Quanto custa sua folha por hora?

Quanto sua operação produz por hora?

Quanto existe de produto ou matéria-prima em risco?

Quanto custa recuperar uma produção interrompida?

Quanto custa perder um cliente ou atrasar um contrato?

Some os impactos.

Depois compare esse número com o investimento necessário para manter sua operação protegida, se sua empresa está em Vitória, Vila Velha, Serra, Cariacica, Viana ou qualquer região do Espírito Santo, solicite uma análise técnica para compra ou locação de geradores de energia.

Não descubra quanto custa uma hora sem energia depois que sua empresa parar.

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